( vamos lá, todo mundo junto, coralzinho: thú..... thururú, rurú... thururú, rurú.... thururú, rurú..... )
Não sei porque insisto tanto em te querer
Se você sempre faz de mim o que bem quer
( é exatamente por isso que você gosta dela, meu filho, porque ela faz coisas que você nem imagina )
Se ao seu lado sei tão pouco de você
( notaram que ele não presta atenção nela? )
É pelos outros que eu sei quem você é
Eu sei de tudo, com quem andas, aonde vais
( ou seja, eles vivem com um bando de fofoqueiros, bem faladores e indiscretos )
Mas eu disfarço meus ciúmes mesmo assim
Pois aprendi que meu silênci vale mais
( a palavra é de prata, o silêncio é de ouro )
E desse jeito eu vou trazer você prá mim
( se ele falar muito... espanta, né? )
E como prêmio eu recebo seu abraço
Subornando o meu desejo tão antigo
E fecho os olhos para todos os seus passos
Me enganando, só assim somo amigos
( o abraço é prêmio ou suborno? não entendi... além disso, ele se faz de bobo. e esse "amigos"? foi encaixado aí só prá rimar com antigo? se eles fossem amigos, não teria problema algum ela fazer todas as coisas! )
Por tantas vezes me dá raiva de querer
E concordar com tudo o que você me faz
( já prestaram atenção à entonação da rrrraiva? )
Já fiz de tudo prá tentar te esquecer
Falta coragem prá dizer que nunca mais
( outra contradição. Se o cara sabe que falta dizer que nunca mais, como acha que já fez de tudo? )
Nós somos cúmplices, nós dois somos culpados
No mesmo instante em que seu corpo toca o meu
Já não existe nem o certo nem o errado
Só o amor que, por encanto, aconteceu
( não é por nada, esse é o melhor momento de todos, né? )
E é só assim que eu perdôo seus deslizes
E é assim o nosso jeito de viver
( corno maaaaaanso! e chamar traição de deslizes é fofo! )
Em outros braços tu resolves tuas crises
( revelação bombástica: ela ganha dinheiro nos braços alheios! deixa os amigos linguarudos descobrirem... )
Em outras bocas não consigo te esquecer
( além da confusão entre "você" e "tu", falta ensinar a ele que chifre trocado não dói! )